Você sabia que a Floresta Amazônica tem 5,5 milhões de quilômetros quadrados e concentra 1/3 das espécies vivas da Terra? É verdade! Além disso, em apenas 1 hectare da floresta podemos encontrar até 300 tipos diferentes de árvores. Já o número de espécies vivas não pode ser calculado, mas acredita-se que pode ultrapassar 10 milhões de espécies. Viva a Amazônia! quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Amazônia
Você sabia que a Floresta Amazônica tem 5,5 milhões de quilômetros quadrados e concentra 1/3 das espécies vivas da Terra? É verdade! Além disso, em apenas 1 hectare da floresta podemos encontrar até 300 tipos diferentes de árvores. Já o número de espécies vivas não pode ser calculado, mas acredita-se que pode ultrapassar 10 milhões de espécies. Viva a Amazônia! DIA DA ÁRVORE

21 de Setembro - DIA DA ÁRVORE
O Dia da Árvore é uma homenagem que fazemos às árvores e uma data para as pessoas lembrarem da importância de cuidarmos dos vegetais. Ao proteger as árvores, estamos protegendo a nós mes-mos, pois elas são sinônimo de vida, já que são grandes produtoras de oxigênio. As árvores garantem o equilíbrio ecoló-gico da natureza, regulando o clima, protegendo os solos, ajudando no desen-volvimento da fauna e permitindo a pureza das águas dos rios. Por isso, é muito importante a preservação das matas para mantermos o sistema ecológico do planeta Terra.
http://www.criancafazarte.com.br/datas/datas_diaarvore.htm
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
7 de Setembro

Independência do Brasil
História da Independência do Brasil, Dom Pedro I, Grito do Ipiranga, 7 de setembro, História do Brasil Império, Dia da Independência, transformações políticas, econômicas e sociais, dependência da Inglaterra no Brasil
Introdução
A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.
Dia do Fico
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."
O processo de independência
Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o " cumpra-se ", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.
O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole..
Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : " Independência ou Morte !". Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.
Pós Independência
Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.
Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.